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Home Trajetória no cooperativismo reforça liderança feminina no interior de Mato Grosso do Sul
Liderança feminina cresce no agro

Trajetória no cooperativismo reforça liderança feminina no interior de Mato Grosso do Sul

  • Marlon Barcelos
  • 16 de março de 2026

A presença feminina no cooperativismo do interior de Mato Grosso do Sul tem ganhado destaque por meio da atuação de lideranças que fortalecem a gestão e ampliam a participação das mulheres no setor.

Um exemplo dessa trajetória é a de Marli Teresa Munarini, cuja relação com o cooperativismo começou ainda na infância, em Chapecó (SC), em uma família ligada à produção rural.

Filha e neta de produtores, Marli cresceu em um ambiente em que a cooperação fazia parte da rotina. Esse contato precoce com o trabalho coletivo moldou sua visão sobre o cooperativismo, entendido por ela como um sistema baseado na colaboração, na confiança e no fortalecimento das comunidades.

A relação com o setor se intensificou após sua mudança, em 2012, para São Gabriel do Oeste (MS). A partir desse momento, ela passou a acompanhar o cooperativismo sob diferentes perspectivas: como esposa de Jaasiel Marques da Silva, um dos cooperados fundadores da Cooperoeste, e como profissional do Direito.

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Na cidade, Marli atuou como advogada da cooperativa e também colaborou com o Sindicato Rural de São Gabriel do Oeste, experiência que ampliou sua compreensão sobre os desafios enfrentados pelos produtores e sobre o papel das estruturas jurídicas e institucionais no funcionamento das cooperativas.

Com o passar dos anos, sua atuação se manteve próxima do universo cooperativista, acompanhando o desenvolvimento do setor e contribuindo para iniciativas relacionadas à gestão, governança e respaldo institucional das cooperativas.

“Minha experiência me permite contribuir para um ambiente jurídico mais seguro e favorável ao crescimento das cooperativas. O cooperativismo é um modelo que fortalece as pessoas e promove desenvolvimento coletivo, e poder contribuir com isso é extremamente gratificante”, afirma.

Em busca de aprofundamento no tema, Marli concluiu em dezembro de 2025 a graduação em Gestão e Cooperativismo, formação que ampliou sua compreensão sobre o funcionamento do sistema cooperativista.

Atualmente, também cursa MBA em Sustentabilidade, ESG e Negócios, com o objetivo de integrar práticas contemporâneas de governança, responsabilidade social e sustentabilidade às iniciativas desenvolvidas no ambiente cooperativo.

Segundo ela, essa formação contribui para ampliar a visão estratégica sobre os desafios do setor.

“Acredito que o cooperativismo precisa estar cada vez mais preparado para os desafios do futuro, integrando conceitos de sustentabilidade, governança e responsabilidade social às suas práticas. Isso fortalece as cooperativas e garante que elas continuem sendo instrumentos de desenvolvimento para as comunidades”, destaca.

Um dos momentos marcantes de sua trajetória recente ocorreu durante a participação no Congresso Nacional das Mulheres do Agro (CNMA), realizado em São Paulo.

A experiência ampliou sua percepção sobre o papel da liderança feminina no setor e reforçou seu compromisso com a valorização das mulheres no cooperativismo.

O contato com lideranças femininas de diferentes regiões do país despertou um novo propósito em sua atuação. A partir dessa experiência, Marli passou a se envolver de forma mais ativa em iniciativas voltadas ao fortalecimento da presença feminina no campo.

Em 2025, ela retornou ao evento integrando a comitiva de cooperadas de Mato Grosso do Sul, apoiada pelo Sistema OCB/MS, experiência que consolidou ainda mais sua conexão com as iniciativas voltadas à liderança feminina no agro.

Inspirada por essa vivência, passou a colaborar com projetos que incentivam o protagonismo das mulheres no setor, incluindo ações ligadas à Academia de Liderança das Mulheres do Agro (ALMA).

Entre as iniciativas está o desenvolvimento de uma ferramenta de gestão voltada à organização administrativa de propriedades rurais, pensada especialmente para apoiar mulheres que atuam na administração do agronegócio.

Para Marli, ampliar a presença feminina no cooperativismo significa fortalecer a gestão e abrir espaço para novas lideranças.

“Acredito que, ao promover ferramentas de gestão e fortalecer a liderança feminina, posso contribuir para um cooperativismo mais diverso, eficiente e preparado para os desafios do futuro.

Minha atuação busca não apenas dar visibilidade às mulheres no setor, mas também criar condições para que mais mulheres possam assumir posições de destaque e contribuir com o crescimento do setor”, afirma.

Com uma trajetória construída entre o campo, o Direito e o cooperativismo, Marli Teresa Munarini representa uma geração de mulheres que ampliam sua participação no agro e nas cooperativas, contribuindo para fortalecer o desenvolvimento das comunidades e a renovação das lideranças no setor.

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