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Home Amazon aposta em tornar a Alexa mais pessoal para enfrentar avanço do ChatGPT

Amazon aposta em tornar a Alexa mais pessoal para enfrentar avanço do ChatGPT

  • Victor Nabeiro
  • 14 de janeiro de 2026

Na disputa por espaço no mercado de inteligência artificial, a Amazon aposta em um caminho diferente do adotado por concorrentes como OpenAI e Google.

Em vez de focar apenas no modelo mais avançado, a empresa quer tornar a Alexa cada vez mais integrada ao cotidiano das pessoas, dentro e fora de casa.

Lançada em 2014, a assistente virtual se popularizou rapidamente com dispositivos como o Echo. Mas o surgimento do ChatGPT, em 2022, mudou o jogo ao aproximar o público de chatbots capazes de conversar de forma mais natural e contextual.

Desde então, a Amazon vem reposicionando a Alexa para manter sua relevância em um ambiente de IA mais competitivo.

Um dos principais movimentos foi o anúncio da Alexa+, versão da assistente com recursos avançados de inteligência artificial, em 2025.

Em 2026, a empresa deu mais um passo ao lançar o site Alexa.com, que permite interações com a assistente via navegador e continuidade das conversas em diferentes dispositivos, como caixas Echo e o aplicativo da Alexa.

Segundo Panos Panay, chefe de dispositivos e serviços da Amazon, o objetivo não é competir diretamente pela IA mais sofisticada, mas transformar a Alexa em uma plataforma central do dia a dia.

“O diferencial está na capacidade de entender o contexto entre dispositivos e serviços”, afirmou o executivo durante entrevista à CNN na CES 2026.

A Amazon vê a inteligência artificial como a próxima grande plataforma de computação e aposta na Alexa como porta de entrada dessa transição para o consumidor final.

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A estratégia passa por ampliar o papel da Alexa em situações práticas. Panay citou exemplos em que a assistente antecipa necessidades a partir de interações anteriores.

Em um deles, após comentar que precisava comprar uma nova coleira para o cachorro, a Alexa passou a sugerir opções personalizadas ao longo do dia.

Em outro caso, diante da indecisão sobre onde jantar, a assistente recomendou restaurantes com base em escolhas anteriores da família e chegou a se oferecer para fazer a reserva. A lógica é simples: quanto mais contexto a Alexa acumula, mais úteis se tornam as respostas.

Segundo a Amazon, usuários da Alexa+ já mantêm cerca de duas vezes mais interações do que na versão anterior da assistente.

Apesar do aumento no uso, a empresa enfrenta um desafio estrutural. Dados da Consumer Intelligence Research Partners indicam que, mesmo após uma década no mercado, os dispositivos Echo continuam sendo usados majoritariamente para ouvir música. Ampliar a percepção da Alexa como assistente para decisões mais complexas ainda é um obstáculo.

Outro eixo da estratégia é levar a Alexa além do ambiente doméstico. Daniel Rausch, vice-presidente de Alexa e Echo, afirmou que a empresa pretende expandir a integração com dispositivos vestíveis, como os Echo Frames, óculos inteligentes com a assistente embutida.

A aquisição da startup Bee, que desenvolve uma pulseira capaz de registrar conversas e gerar resumos e lembretes, também reforça essa direção. Segundo a Amazon, parte dessas funcionalidades deve ser incorporada à Alexa nos próximos anos.

A ampliação da presença da assistente levanta questionamentos sobre privacidade. A Amazon já enfrentou críticas no passado com a pulseira Halo, descontinuada após preocupações sobre coleta de dados sensíveis.

Panay afirma que a Alexa oferece controles claros ao usuário, como limites para armazenamento de gravações e transcrições. Para ele, a disposição das pessoas em compartilhar dados aumenta quando a tecnologia entrega valor prático no dia a dia.

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