• Itaim Bibi, São Paulo
  • Telefone: (11) 3900-1256
  • Whatsapp: (11) 9 8363-8746
  • Email: contato@corporisbrasil.com.br
Corporis Brasil
Login
  • HOME
  • A CORPORIS
    • QUEM SOMOS
    • PARA EMPRESAS
    • PARA PROFISSIONAIS
    • CALCULADORA
    • COOPERATIVA
  • NOTÍCIAS
  • BLOG
    • BLOG
    • NEWS
    • MATERIAIS RICOS
  • CONTATO
Home Aplicativos sustentam renda e podem retardar queda da inflação, avaliam economistas
inflacao

Aplicativos sustentam renda e podem retardar queda da inflação, avaliam economistas

  • Donizete Barroso
  • 23 de fevereiro de 2026

A expansão do trabalho mediado por aplicativos e plataformas digitais pode limitar a redução da massa de rendimentos e atrasar a convergência da inflação à meta de 3% ao ano, segundo especialistas ouvidos pelo Broadcast, do Grupo Estado.

A avaliação ocorre mesmo em um ambiente de juros elevados por período prolongado e de sinais iniciais de desaceleração da atividade.

Em 2025, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registrou a abertura de 1,27 milhão de vagas formais, o pior saldo anual desde 2020.

Ainda assim, a taxa média de desemprego foi de 5,6%, a menor da série histórica da Pnad Contínua, do IBGE, que considera tanto empregos formais quanto informais.

O rendimento médio real do trabalho aumentou 5,7% em relação a 2024, alcançando R$ 3.560. Já a massa de rendimentos real habitual subiu 6,4% no trimestre encerrado em dezembro. Para o economista André Perfeito, esse desempenho reforça a tese de que a Selic “não vai domar o mercado de trabalho”.

Leia mais:

  • SoftBank prepara emissão inédita de títulos em euros para financiar expansão em IA
  • Sicredi é destaque em ranking global da Forbes e mantém posição entre os melhores bancos do Brasil
  • Anthropic avalia desenvolver chips próprios para reduzir dependência de fornecedores
  • Amazon prevê lançamento de internet via satélite para 2026 e amplia disputa com Starlink
  • OCB/DF inicia nova turma de curso voltado à gestão de cooperativas de reciclagem

Em análise publicada em 2 de fevereiro, Perfeito argumentou que o mercado passa por uma mudança microeconômica, marcada por novos arranjos trabalhistas e pela expansão do trabalho por conta própria via aplicativos e internet. Segundo ele, há uma dinâmica aspiracional de “ser patrão de si”, além de fatores como o Bolsa Família.

O economista-chefe da Análise Econômica, André Galhardo, reconhece sinais de desaceleração. Na série com ajuste sazonal, os trimestres encerrados em novembro e dezembro de 2025 registraram o maior número de pedidos de seguro-desemprego desde julho de 2020.

Ainda assim, ele avalia que o aquecimento do mercado informal via plataformas deve impedir uma queda relevante da massa de rendimentos em 2026.

Estudo do IBGE divulgado em outubro, com base na Pnad, mostrou que trabalhadores de aplicativos têm rendimento médio superior ao dos demais.

Em 2024, os “plataformizados” receberam, em média, R$ 2.996, ante R$ 2.875 entre os que não atuam por apps. Em contrapartida, a jornada média semanal foi maior: 44,8 horas, contra 39,3 horas.

O número de trabalhadores em plataformas cresceu cerca de 25% entre 2022 e 2024, alcançando ao menos 1,7 milhão de pessoas em atividades como transporte de passageiros, entregas e serviços diversos.

Para Daniel Duque, pesquisador do FGV Ibre, parte da taxa de desemprego em mínimas históricas está ligada à popularização desses aplicativos.

Segundo ele, a desocupação poderia estar até 1 ponto porcentual mais alta sem o trabalho via plataformas.

Duque afirma ainda que, nos últimos anos, o ganho de renda foi maior entre os grupos mais propensos a ingressar nesse tipo de atividade, com diferença que chega a R$ 300 em relação ao restante da força de trabalho.

Para ele, o trabalho por aplicativos funciona como um “colchão de renda”, amortecendo perdas mais severas em momentos de crise. “Se você perde o emprego, há essa saída praticamente garantida e um segmento com alta demanda”, diz.

Há, contudo, divergências sobre o impacto estrutural desse movimento. O economista Henrique Danyi, do Santander, afirma não ver evidências claras de que o mercado informal esteja absorvendo trabalhadores dispensados do segmento formal.

Segundo ele, o emprego formal tem mostrado maior resiliência, e a taxa de formalidade está em nível recorde.

Danyi observa que trabalhadores por conta própria com CNPJ devem ser considerados formais, o que desloca o debate de informalidade para mudança na composição do emprego.

Para ele, é possível que a maior flexibilidade do mercado reduza a intensidade de uma eventual piora do emprego, mas não há sinais de ausência de suavização.

No BTG Pactual, o economista-chefe Mansueto Almeida projeta que a taxa de desemprego encerre 2026 em 6%, acima dos 5,1% registrados em 2025, mas abaixo de estimativas anteriores.

Ele observa que, no ano passado, houve queda na taxa de participação da força de trabalho, de 62,6% para 62,1%, o que também influenciou o resultado da desocupação.

Para os analistas, a combinação de novas formas de ocupação, renda resiliente e menor sensibilidade aos juros pode prolongar o processo de convergência da inflação à meta, ao sustentar o consumo mesmo em um ambiente de política monetária restritiva.

Newsletter Corporis Brasil

Cadastre-se e receba direto no seu e-mail as principais notícias sobre economia, mercado e cenários financeiros. Acompanhe análises, indicadores e movimentos que influenciam empresas, investimentos e estratégias de crescimento.

Avatar photo

Donizete Barroso

Foto: Freepik

Post navigation

  • Previous Post Altman prevê ‘super IA’ até 2028 e defende criação de órgão global de supervisão
  • Next Post Ministério da Agricultura cria canal para alertas sobre suspeitas de pragas

Related Posts

Softbank

SoftBank prepara emissão inédita de títulos em euros para financiar expansão em IA

  • Donizete Barroso
  • 10 de abril de 2026

A SoftBank Corp, unidade listada do SoftBank Group, iniciou movimentações para sua primeira emissão de títulos denominados em euros. A operação ocorre em meio à ampliação dos investimentos do grupo em inteligência artificial. Segundo informações divulgadas pela Bloomberg, a empresa

Continue lendo
Sicredi destaque

Sicredi é destaque em ranking global da Forbes e mantém posição entre os melhores bancos do Brasil

  • Marlon Barcelos
  • 10 de abril de 2026

O Sicredi foi reconhecido pelo quinto ano consecutivo no ranking World’s Best Banks 2026, da Forbes, conquistando a sexta colocação entre as instituições financeiras do Brasil. O levantamento, realizado em parceria com a Statista, ouviu mais de 54 mil clientes

Continue lendo

Categorias

  • Artigos
  • Cooperado
  • Cooperativa
  • Cooperativismo
  • Economia
  • News
  • RH
  • Sem categoria
  • Tecnologia

Pesquisar

Posts recentes

  • SoftBank prepara emissão inédita de títulos em euros para financiar expansão em IA
  • Sicredi é destaque em ranking global da Forbes e mantém posição entre os melhores bancos do Brasil
  • Anthropic avalia desenvolver chips próprios para reduzir dependência de fornecedores
Gestores

Endereço

Rua Dr. Guilherme Bannitz, 126 Cj. 81
Itaim Bibi, São Paulo - SP, 04532-060

Contato

(11) 3900-1256
contato@corporisbrasil.com.br

Links Importantes

  • Login e FAQ
  • Trabalhe conosco
  • Termos e Política de Privacidade

Nossas redes

Corporis Brasil © 2025 - CNPJ: 07.047.331/0001-26