A OpenAI anunciou uma expansão significativa em seus planos de infraestrutura para sustentar o avanço da inteligência artificial.
A empresa informou que pretende alcançar 30 gigawatts (GW) de capacidade computacional até 2030, triplicando a meta inicial de 10 GW estabelecida em 2025.
Segundo a companhia, já foram identificadas fontes para mais de 8 GW, indicando avanço na viabilização do projeto.
Leia mais:
- PIX e Zelle: entenda as diferenças entre os sistemas de pagamento do Brasil e dos Estados Unidos
- Parceria entre Escoop e universidade argentina amplia cooperação internacional no setor cooperativista
- Exportações de carne suína atingem recorde histórico para maio e avançam no mercado internacional
- ChatGPT ultrapassa 1 bilhão de usuários mensais e reforça liderança no mercado de IA
- Sistema OCB destaca papel das cooperativas financeiras no avanço do crédito sustentável durante simpósio internacional
Dados divulgados pela OpenAI mostram uma evolução rápida da capacidade computacional nos últimos anos. Em 2023, o volume era de 0,2 GW, passando para 0,6 GW em 2024 e chegando a cerca de 1,9 GW em 2025.
A meta de 30 GW representa uma expansão em larga escala. Para efeito de comparação, 1 GW é suficiente para abastecer cerca de 800 mil residências nos Estados Unidos, o que indica a dimensão energética dos data centers necessários para sustentar modelos avançados de IA.
A empresa destacou que o desenvolvimento de sistemas mais sofisticados depende não apenas de algoritmos, mas também de capacidade física, incluindo energia e processamento.
O aumento da demanda por modelos mais complexos e aplicações em larga escala tem elevado a necessidade de GPUs, data centers e fornecimento energético estável.

Além do plano de infraestrutura, a OpenAI anunciou o lançamento do ChatGPT Images 2.0. A nova versão amplia a capacidade de geração de imagens, com melhorias na interpretação de comandos, renderização de textos e organização de elementos visuais.
Segundo a empresa, o modelo incorpora capacidades de raciocínio, permitindo buscar informações na web e validar suas próprias respostas, com foco em maior precisão e consistência.
Foto: Freepik

